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Boa leitura!

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Vamos Alice!

Sei que demorou e muito para eu postar de novo um poema mas por favor perdoem a minha falta de tempo, hoje eu trago um poema um pouco diferente do primeiro ele não trata de nenhuma lenda elfica ou um cantico de menestreis sobre uma grande aventura, ele é uma mistura de diversos elementos fantasticos que se mesclam para mostrar apenas o vislumbre do que poderia ser uma historia emocionante, não me demorarei mais boa leitura e até a proxima senhores e senhoras
VAMOS ALICE!

Vamos Alice eu quero caminhar.
Entre as terras do pais das maravilhas.
Para encontrar o lírio violeta.
O meu presente para minha princesa.

Alice me guie entre a floresta sussurrante.
Um presente espera Liriel, a minha amante.
Para salvar nossa paixão do feiticeiro azul.
E perpetuar a paz nos campos do sul.

Toque em minha mão Alice.
E asas conceda-me.
Para entre as brumas mágicas.
Eu encontrar a rubra jóia.

Vamos Alice eu quero ver os elfos.
Ir até Valfenda encontrar o sábio eterno.
Traduzir as estrelas da noite.
Levar a salvação para a minha amante.

Alice é vasta a fantasia de suas terras.
Um presente para uma alma melancólica.
A salvação para minha certa derrota.
O elisio do artefato que me dará a vitoria.

Batize-me com pó de estrelas.
E eu voarei até elas.
Para entre os véus do universo.
Achar a salvação para meu sentimento.

Vamos Alice preciso caminhar entre estes campos.
Para encontrar o farol que salva sonhos.
Vamos Alice, pois Liriel espera.
O meu amor, sua salvação , minha presença.

Sunflower - Nícolas B./Túlio C.


The butterfly shines in the darkness
It brings the pollen of life
To create the new Homo mindless
Another Adam and his blood wife

Now Sunflower watches the iron cage
Where Skald twines the fate
The ending of the last page
The prophet is too late

Waiting for another day
Wishing for a there's no pay
While the web seeks your way

Our gods are crying
For the wasted years
This land is burning
With the human fears
The plan is sealed
With our last tears


Um Poema Sobre Elfos

Bem, antes de iniciar esta postagem eu gostaria primeiro de me apresentar, poi eu acho de extrema necessidade. Meu nome é Alvaro eu sou o Bardo e esta vai ser a primeira de muitas histórias que eu contarei para voc~es espero que gostem e se quizerem conhecer outros trabalhos meus é só darem uma ohada no blog crônicas dos bardos das terras esquecidas um abraço e boa leitura!

Balada de Glorfindon


Nos verdes campos de Atergion
Morava um elfo ferreiro
de nome Glorfindon
de joias um poderoso refinador.

Em um outono belo.
Por Leowyn se apaixonou.
Seu coração imortal palpitou.
E a ela seu amor entregou.

Para provar sua devoção
em terras de escuridão
Buscou um minério raro.
Azul e belo como o horizonte.

Então no fogo ardente
e no tinir do martelo pulsante
Lapidou e formou belamente
Um anel que como estrela brilhava a noite.

Em cortejo pediu à Leowyn sua mão.
E ela com um sorriso retribuiu a paixão
E na primavera posterior.
Eles se uniram formando um só.

Mas triste é o desfecho dessa canção.
Pois uma batalha ameaçou essa paixão.
Mostrando que nem os elfos podem escapar.
Das lamurias que assolam as almas.

Em uma noite de grande lua.
A carruagem elfica se dirigia para Areliária.
Mas sua viajem foi interropida
Por um assalto que culminou em batalha.

Leowyn com o barulho chorava.
Enquanto Glorfindon a espada empunhava.
Orcs ateavam chamas e atacavam com massas.
No furor de uma batalha dramática.

Até o amanhecer perdurou o combate.
Elfos e orcs encontraram a morte.
No chão havia dor e sangue.
Mas a tristeza ainda seria mais forte.

Pois ao chegar em sua carruagem
Glorfindon chorou.
Ao ver o corpo da elfa que um dia amou.
Sabor amargo em seus labios provou.

E nem a lembrança de sua paixão.
Ficou em suas mãos.
Pois o anel de Leowyn na batalha foi perdido.
Levado por orcs ou furtado pelo destino.

E desse tempo até seu fim.
Chorou nas terras elficas de Aurim
Siliencioso e tão amargo.
Glorfindon o ferreiro solitário.